Príncipe Harry e Meghan vão voltar a viver no Reino Unido O príncipe Harry e a mulher, Meghan, anunciaram que vão voltar a viver no Reino Unido depois de seis anos longe da família real. Analistas britânicos falam em surpresa com a volta do casal. Harry e Meghan deixaram o Reino Unido em 2020.
Viveram boa parte desse tempo nos Estados Unidos, Califórnia, de onde protagonizaram uma série de ataques contra a família real. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia As memórias do príncipe revelaram intimidades, brigas. Segredos que nunca tinham sido expostos publicamente.
O livro deu a Harry mais um título: o de bestseller. Em um momento sensível para a família - e para todo o Reino Unido -, que vivia o luto da morte da Rainha Elizabeth II, falecida poucos meses antes. Harry não parou por aí.
Junto com Meghan, estrelou série de TV, podcast e muitas entrevistas para a imprensa de quem diziam estar fugindo. Em uma delas, para a americana Oprah Winfrey, alegaram que um membro da realeza - sem citar nomes - havia feito um comentário sobre o tom de pele do filho deles. Anos depois, Harry amenisou.
Disse que ele e a esposa nunca acusaram a família de racismo. Em uma entrevista à rede britânica ITV, alegou que existe uma "diferença entre racismo e preconceito inconsciente". Príncipe Harry e Meghan Markle anunciam que vão voltar a viver no Reino Unido após 6 anos longe da família real Jornal Nacional/ Reprodução Harry e Meghan não devem assumir funções oficiais na família real e devem morar fora da cidade de Londres.
Foram seis anos de muita disputa com a família e, por isso, a surpresa com o retorno do casal - ainda muito pouco explicado. O rei Charles teria sido comunicado sobre a decisão no último domingo (16) e teria considerado o gesto como positivo, uma reaproximação com o filho e também com os netos, que ele passou cerca de quatro anos sem ver. O monarca ainda segue em tratamento contra um câncer.
O diagnóstico nunca foi revelado em detalhes. Mas, em dezembro de 2025, Charles divulgou um vídeo com o que chamou de “boa notícia”: a doença estaria mais controlada. “O diagnóstico precoce salva vidas”, ele disse.
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